O cliente pergunta o preço no WhatsApp. Hoje isso vira um PDF que some, uma planilha de controle e um "conseguiu ver?" três dias depois. Aqui a proposta, o pedido e a cobrança acontecem no mesmo lugar da conversa.
Em vez de anexar um arquivo e esperar, o vendedor manda um link. O cliente abre no celular, lê os itens, as condições e a validade, e responde ali mesmo.
Garantia estendida, instalação ou um acessório entram como opcional. O cliente marca na própria proposta e vê o total mudar na hora, sem precisar pedir outro orçamento.
"Granito, quartzo ou fórmica?" deixa de virar três propostas ou um telefonema. Enquanto ele não escolhe, o total aparece como "a partir de".
As parcelas de um lado, os pagamentos do outro. "Pagou R$ 200 dos R$ 500" vira rotina, não exceção que quebra o controle.
A última parcela pode vencer quando o pedido fica pronto, e não numa data fixa que ninguém cumpre.
O que entra, o que venceu e quem cobrar hoje. Com a cobrança saindo da própria linha, pela sua chave PIX.
Parcela vencendo e parcela vencida viram mensagem automática, uma vez por parcela. Ninguém precisa lembrar de cobrar.
De "novo" a "entregue", com as etapas que a sua operação usa. Para retirada, o status é "pronto para retirada"; para envio, há previsão e rastreio.
Quem monta, corta ou instala recebe o documento em letra grande e sem nenhum valor. O preço fica entre você e o cliente.
Nem todo negócio vende unidade fechada. Quem trabalha com chapa, bloco ou bobina vende o corte, e o preço do catálogo é o da peça inteira.
Bloco de 188 × 138 × 15 cm custa R$ 735,00. Os cortes do cliente somam 0,279 m³. A linha do orçamento sai por R$ 526,94, calculada na hora.