Toque no que acontece por aí e veja o que fazer sobre isso.
No WhatsApp comum, o limite é o aparelho: mesmo com o aplicativo aberto em outros dispositivos, a conversa continua sendo de quem está com o celular na mão.
Numa caixa de entrada compartilhada, o limite passa a ser o seu time. Cinco, dez ou trinta pessoas atendem o mesmo número ao mesmo tempo, cada uma com o próprio login, e dá pra ver quem respondeu o quê.
Três formas funcionam bem, e dá pra combinar: por rodízio, em que cada conversa nova vai pra próxima pessoa da fila; por assunto ou segmento, quando o time é especializado; e por responsável, quando o cliente já tem um vendedor dele.
Vale definir também o horário de atendimento. Fora dele, ou a conversa espera organizada na fila, ou a IA responde o básico e entrega pro humano no dia seguinte.
É aí que a caixa compartilhada paga o investimento. Quando a conversa abre, ela vem com tudo o que já aconteceu: o que foi falado, por qual canal, quem atendeu e o que ficou combinado.
O atendente não precisa perguntar "você já falou com alguém aqui?", que é a pergunta que mais irrita quem está do outro lado.
Em 30 minutos a gente monta o cenário da sua operação, com os seus canais.