Toque no que acontece por aí e veja o que fazer sobre isso.
Funciona melhor quando você assume a mudança e facilita a resposta, em vez de pedir desculpa ou cobrar:
"Oi, João. Quem vai continuar seu atendimento aqui na [empresa] agora sou eu. Vi que a gente tinha enviado o orçamento do dia 12, e consegui melhorar o prazo de entrega. Ainda faz sentido pra você?"
Três coisas acontecem nessa mensagem: o cliente entende a troca sem se sentir abandonado, você mostra que conhece o histórico dele e entrega uma pergunta fácil de responder. Pergunta difícil de responder é pergunta que fica sem resposta.
O WhatsApp Business foi feito pra um dono de negócio atender sozinho. Ele não foi feito pra time, e é por isso que, a partir de duas ou três pessoas, ele passa a criar o problema em vez de resolver.
Não existe dono de conversa, então dois atendentes respondem o mesmo cliente ou nenhum responde. Não existe histórico da empresa, só o histórico de cada aparelho. E quando alguém sai, não existe transferência: existe perda.
Se a pessoa saiu em má relação, a preocupação legítima é ela continuar falando com os seus clientes pelo número pessoal dela. Não dá pra impedir uma conversa entre duas pessoas, mas dá pra fazer duas coisas que resolvem na prática.
A primeira é avisar sua base, com naturalidade, qual é o canal oficial da empresa a partir de agora. A segunda é ser mais rápido: o cliente fica com quem responde primeiro e lembra do que foi combinado. Quando o histórico está com você, essa disputa não é justa, é ganha.
Em uma demonstração de 30 minutos a gente monta o cenário da sua empresa, com os seus canais.